FAQ - Eixos elétricos

Miniguia elétrica

Atuador elétrico DNCE

Servomotor MTR-AC

Controladores

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Miniguia elétrica

Qual massa pode ser movida por uma miniguia elétrica?

A carga aplicada que pode ser movida por uma miniguia elétrica SLTE depende da posição de instalação do atuador.

  Instalada na horizontal Instalada na vertical
SLTE-10-... 1,5 kg 0,5 kg
SLTE-16-... 4 kg 2 kg

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Qual a velocidade de deslocamento de uma miniguia elétrica?
  Instalada na horizontal Instalada na vertical
SLTE-10-... 170 mm/s
SLTE-16-... 210 mm/s

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Qual a precisão de posicionamento de uma miniguia elétrica SLTE?

A precisão de posicionamento da miniguia elétrica SLTE é de +/- 0,1 mm.

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Qual aceleração uma miniguia elétrica consegue alcançar?

A aceleração mínima de uma miniguia elétrica é de 0,5 m/s². A aceleração máxima é de 2,5 m/s².

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Quantas posições uma miniguia elétrica consegue atingir?

A miniguia consegue atingir em operação I/O 31 registros de posicionamento e, portanto, 31 posições. Com acionamento de bus, é possível atingir qualquer número de posições. 

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Por que o cabo de alimentação KPWR-MC1… tem uma linha de detecção se ela não é utilizada pelo controlador de motor SFC-DC?

O cabo de alimentação deve ser capaz de ter a função de detecção para eventual uso com gerações futuras de controladores. Quando a corrente flui através do cabo de alimentação até o dispositivo consumidor, isso provoca uma queda de tensão no cabo de alimentação. As linhas de detecção são utilizadas para medir a tensão diretamente no dispositivo consumidor de modo que a queda de tensão na linha de alimentação possa ser compensada. 

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Atuador elétrico DNCE

É possível obter o atuador elétrico DNCE totalmente montado com o respectivo conjunto de acionamento?

Sim, a Festo pode fornecê-los completamente montados, se necessário. Caso contrário, o conjunto de acionamentos é fornecido separadamente.

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O atuador elétrico DNCE trava automaticamente?

O fuso deslizante é autofrenante, o que significa que, se houver vibração, pode ser que ocorram movimentos lentos. Todo o sistema com motor inteligente MTR-DCI tem autorretenção. O fuso de esferas nunca tem autorretenção.

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Quando o conjunto paralelo é utilizado, como a correia é tensionada?

Por meio de um parafuso de fixação. A tensão correta da correia é indicada nas instruções operacionais.

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É possível aplicar a força e a velocidade máximas no DNCE?

Na versão com fuso deslizante (LS), a força de avanço depende da velocidade (veja gráfico no catálogo).

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O atuador ainda pode ser usado depois que a proteção antigiro tenha sido acionada?

Sim, a proteção contra torção permanece funcionando. Como a posição acabou sendo alterada, é preciso executar o homing novamente.

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É possível utilizar o atuador elétrico DNCE em um motor de outro fabricante?

Sim, isso é possível. Então o eixo é fornecido com um flange para motores de outro fabricante.

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Quais motores são recomendados para o DNCE?

Como indicado no catálogo, as duas versões de fuso podem ser combinadas com os servomotores MTR-AC, motores de passo MTR-ST e o motor inteligente MTR-DCI. Durante a etapa de design, observe que as velocidades e/ou forças de avanço máximas dos atuadores elétricos às vezes não alcançarao os limites determinados pelos motores. Para dimensionar corretamente o motor e o DNCE, recomendamos utilizar o software Positioning Drives.

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Também é possível utilizar sensores de proximidade com o atuador elétrico DNCE?

Sim, mas observe que em conjunto com o motor inteligente MTR-DCI só é possível utilizar sensores de proximidade SMT-8.

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Onde encontro informações sobre os dados de performance do atuador élétrico DNCE em combinação com um pacote específico de atuadores?

Entre em contato com um de nossos consultores técnicos no escritório de vendas mais próximo de você (tel. 0180 303 3000). Eles podem dimensionar sua aplicação utilizando o pacote selecionado de atuadores.

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Assim como um cilindro pneumático, o atuador elétrico DNCE, também pode aplicar pressão com forças diferentes parado?

Isso pode ser feito utilizando um servomotor no modo de operação "controle de torque". 

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O atuador elétrico DNCE também pode ser acionado via Profibus?

O conjunto de acionamentos com servomotor está disponível com uma interface Profibus.

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Servomotor MTR-AC

Em quantos modos o servomotor MTR-AC pode ser operado?

O controlador de motor SEC-AC para servomotor MTR-SC pode ser operado em 4 modos.

  • Controle de torque  
  • Ajuste de velocidade
  • Controle de posição
  • Controle de posição - modo síncrono

 

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É possível trocar de modo durante a operação?

Sim, o modo pode ser alterado sem problemas usando o acionamento de bus.

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Quantos perfis de deslocamento podem ser salvos no modo I/O?

No modo I/O, você pode salvar 16 perfis de deslocamento, inclusive homing.

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É possível passar por uma determinada posição a uma velocidade específica?

Sim, se a velocidade final variável não for zero, é possível passar pela posição a uma velocidade específica.

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Quantos perfis de deslocamento diferentes são necessários para permitir que o atuador continue percorrendo a mesma distância?

Para que o atuador sempre percorra a mesma distância só é necessário um perfil de deslocamento, que é selecionado então repetidamente. O parâmetro de posicionamento é ajustado como relativo.

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Quantos perfis de deslocamento estão disponíveis para a operação de bus?

Com o acionamento de bus, é possível executar qualquer número de perfis de deslocamento escritos para o controlador. 

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Quais parâmetros são utilizados para fazer o start-up de um sistema de acionamento?

A Festo fornece todos os parâmetros de controle SEC necessários em CD-ROM para todas as combinações de atuador.

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Como o controlador se comporta na parada, quando a liberação é cancelada?

O motor freia com uma determinada queda e pára no modo de controle de posição.

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Qual o comportamento de parada do controlador quando ele se aproxima de uma chave de fim de curso?

O motor freia com um grandiente definido e pára no mode de controle de posição.  

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O controlador pode ser operado sem entradas digitais no modo bus?

As entradas para validação da etapa de saída e validação do controlador também são necessárias na operação de bus.

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Nossos servomotores também podem ser utilizados no vácuo?

Um servomotor MTR-AC também pode ser utilizado no vácuo desde que obedecidas as seguintes condições:

Solicite um design especial com um furo para a compensação de pressão. Nesse caso, um pequeno orifício é perfurado no cabeçote traseiro e nele é inserido um silenciador sinterizado. O motor ainda será um motor padrão, mas a modificação faz com que ele fique 10 mm mais comprido. Esse motro pode agora ser utilizado na faixa de vácuo baixo de até 1 mbar, mas não na faixa de alto nível de vácuo, devido à liberação de gases da graxa lubrificante e ao isolamento. A dissipação do calor não é o problema principal, uma vez que aproximadamente 80% do calor é dissipado pelo flange do motor e somente 20% pelo ar. O motor não precisa estar dimensionado corretamente, tendo em vista a carga de trabalho e a temperatura ambiente. 

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Quantas vezes o motor e o conector do cabo do resolver podem ser desconectados do servomotor MTR-AC?

Os conectores são projetados para aproximadamente 50 ciclos de conexão.

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Com que precisão as forças e os torques podem ser controlados com o MTR-AC?

Quando combinados com o SEC-AC, nossos servomotores MTR-AC podem ser operados nos modos controle de posição, ajuste de velocidade ou controle de torque.
É importante ter em mente que, no modo de controle de torque, somente a corrente do motor é medida e ajustada.
A corrente do motor é proporcional ao torque do motor desde que as influências do atrito sejam desprezáveis e motor não estejam em um estado de saturação magnética.
Isso significa que o controle de torque é indireto e, portant, as influências do atrito não podem ser corrigidas. Consequentemente, a precisão estimada da força ou torque não pode ser maior do que as forças de atrito que estão presentes.

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A qual temperatura um servomotor pode chegar?

A temperatura do corpo do motor pode alcançar os 100°C durante a operação.
Normalmente os servomotores são protegidos por um PTC. A saída do PTC está conectada ao servocontrolador.
O servocontrolador desliga a alimentação do motor assim que a temperatura interna do motor ultrapassar 125 °C.

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É possível utilizar um servomotor também com temperaturas ambientes mais altas?

Nossos servomotores MTR-AC são classificados para temperaturas ambientes de até 40° C, o que significa que as especificações do catálogo de saída de potência são atingidas até essa temperatura. Em temperaturas ambientes mais altas, menos calor pode ser dissipado. Para evitar que o motor superaqueça, os motores devem operar somente com uma potência de saída reduzida (derating). As curvas de derating para os motores estão disponíveis para temperaturas ambientes de até 100° C, de modo que você pode verificar se uma determinada aplicação ainda é viável. Quando são utilizados motores com engrenagem, ainda é necessário verificar o estresse térmico na engrenagem.

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Controladores

Como atua a função "parada segura" dos controladores Festo?

Dois canais impedem que o motor reinicie.

Primeiro canal: desconecta a ativação do controlador

Segundo canal: interrompe a alimentação da etapa de saída com relé

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Os controladores de motor SEC-AC –305 e SEC-AC-508 possuem filtros principais?
Sim, nossos controladores de motor são equipados com filtros principais como padrão.

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A partir de qual comprimento de cabo recomenda-se o uso de filtros principais adicionais?
Um filtro principal adicional deve ser instalado quando o comprimento do cabo for de 5 m ou mais.

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Por que há uma redução de curso quando os sistemas servopneumáticos são utilizados junto com o controlador de eixos SPC200?
A redução de curso nas duas posições finais garante o volume mínimo de ar necessário para o posicionamento confiável. A reserva de curso deve ser mantida de cada lado do atuador.  O curso máximo posicionável é: curso posicionável = curso total do eixo – o dobro da reserva de curso

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Por que meu MTR-DCI-32-...-PB não está funcionando, embora esteja conectado à tensão de carga?

Este erro ocorre apenas quando a tensão de carga está conectada. A tensão lógica para esse tamanho e tipo de construção é fornecida por um adaptador especial (cód. 537934) via interface Profibus. O adaptador é um acessório essencial para esse tamanho. O adaptador não é necessário para operar outros tamanhos (42, 52, 62) com interfaces Profibus. Ele só é necessário se a tensão de carga precisar ser isolada da tensão lógica, p.ex. para abrir uma porta de segurança.

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Por que os eixos elétricos têm um grau de proteção IP, sobreturdo para os eixos?

Isso leva em consideração todo o sistema, ou seja, eixo, motor e controlador, quando necessário.  

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Qual a principal diferença entre um controlador de motor e um atuador com motor de passo?

Um controlador de motor é um sistema regulado.
O servomotor possui um resolver para medição de deslocamento. Há uma comparação contínua entre o setpoint e a posição real. Isso significa que o controlador de motor desloca-se exatamente de acordo com o perfil de movimento especificado. 
O servomotor tem um grande torque ao longo de toda a faixa de velocidade e pode receber temporariamente uma sobrecarga de 2-3 vezes o torque nominal.

O atuador com motor de passo é um sistema controlado.
O posicionamento é feito pela especificação do número de pulsos de controle. O torque é reduzido ao longo de toda a faixa de velocidade e, se for ultrapassado, há o risco de "perda de passo".

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Quando deve usar um motor de passo, um servomotor ou um motor CC?

Servomotores são ideais para grande precisão e altas velocidades.
Se velocidade e precisão não forem tão prioritários, você pode utilizar motores de passo mais econômicos.

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Quando é recomendado/necessário um freio no motor?

Normalmente se recomenda um freio quando o eixo é vertical.
Ele evita que a carga "afunde" se o atuador não for liberado ou não estiver conectado à alimentação. Há poucas exceções, como mecanismos automáticos de trava, que dispensam o uso do freio. 

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É possível montar um motor de outro fabricante em um eixo elétrico da Festo?

Sim, a Festo pode produzer o eixo com um flange para um motor de outro fabricante.

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Por que os eixos do rotor não possuem uma ranhura de chaveta?

A Festo utiliza acoplamentos com trava de atrito. Eles não tem folga e são isentos de desgaste, com proteção de sobrecarga de 200%.
Ranhuras e conexões de chaveta possuem grandes desvantagens para o posicionamento: é preciso haver uma folga mínimo nos cantos laterais (folga angular) para a montagem. Isso cria folgas indesejadas e, portanto, levam a uma menor precisão de posicionamento. Além disso, com o tempo os cantos sofrem uma "deflexão", o que resulta em uma folga angular maior entre o curso do acoplamento e o eixo do motor. Ranhuras e conexões de chaveta são, portanto, utilizadas em motores elétricos que operam continuamente em uma direção de torque e rotação e são, consequentemente, impróprios para a operação de reversão.

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O que é um resolver?

Um resolver é um sistema de medição indutivo.
O princípio funcional é o mesmo de um gerador, ou seja, é gerada uma tensão sinusoidal CA, cuja frequência depende diretamente da velocidade. Essa frequência é utilizada pela eletrônica para calcular a velocidade, aceleração e posição. 

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O que é um sistema de medição incremental?

Em um sistema de medição incremental não há um ponto zero fixo. Primeiramente é preciso percorrer um trajeto homing para definir um ponto zero antes que seja possível o deslocamento até uma posição absoluta.

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O controlador de servomotor SEC-AC também pode ser utilizado com 115 V CA?

O SEC-AC também pode ser operado com 115V CA. Contudo, o motor conectado não conseguirá atingir seus valores nominais e valores de pico com 115V CA.

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Os erros de posição acumulam com o "deslocamento relativo" contínuo?

A menor unidade de movimento de qualquer sistema de posicionamento é o incremento. Se for possível transferir a posição do setpoint para o controlador diretamente em incrementos, não há erro cumulativo quando se usa o posicionamento relativo. Se o controlador de posição receber a posição de setpoint como uma constante de alimentação calculada pelo usuário, o erro de arredondamento resulta, na maioria dos casos, em um erro cumulativo.
Os erros de posicionamento também podem acumular se forem feitos movimentos repetitivos em relação à última posição real. É por isso que no SEC-AC a Festo oferece a opção de movimento relativo em relação à última posição alvo.

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Por que é preciso haver uma reserva de curso nos eixos eletromecânicos de fuso e de correia dentada?

A reserva de curso nas duas posições finais serve para manter uma distância segura antes da posição final mecânica.

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A redução de cursos dos sistemas servopneumáticos já é levada em consideração no curso do eixo?

Não, o máximo curso configurável é:
Curso posicionável = curso total do eixo – o dobro da reserva de curso
Importante: mantenha a reserva de curso nos dois lados do atuador.

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Nos eixos de fuso e de correia dentada, o curso reserva reduz o curso útil?

Não, o curso total do eixo adicionar duas vezes o comprimento do curso reserva.
Exemplo: DGE-25-500-SP

Curso de trabalho = 500 mm
Curso reserva = (2x10mm) = 20 mm

Curso total = 500 mm + 20 mm = 520 mm

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Como se calcula a reserva de curso?

Não é possível calcular a reserva de curso para cada posição. É uma distância de segurança até a posição final mecânico em relação ao curso de trabalho utilizado. Sendo assim, há sempre uma reserva até o batente mecânico, p.ex. para chaves de fim de curso do hardware para frear o sistema com segurança sem bater na posição final mecânica.
Normalmente a reserva de curso é tão larga quanto a constante de alimentação para o eixo.

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Por que o ajuste preciso da pré-tensão da correia dentada do eixo de correia dentada é tão importante?

A pré-tensão da correia dentada de um eixo linear tem uma influência significativa na performance total, sobretudo na vida útil e no comportamento de saltos da correia submetida à carga máxima.
De modo geral, uma pré-tensão excessivo não apenas exerce uma carga desnecessária nos mancais do disco dentado como também causa danos à correia, sobretudo devido às grandes cargas de fadiga de flexão nas cordas.
Por outro lado, se a pré-tensão for muito baixa, isso pode fazer co que a correia dentada dê pulos.
A principal tarefa da pré-tensão é garantir a engrenagem sem falhas do lado solto da correia, a qual é praticamente totalmente frouxa quando a força de alimentação é máxima, com o disco de saída.

As forças de pré-tensão dos eixos de correia dentada da Festo são projetadas de tal maneira que esse comportamente operacional é garantido com confiabilidade mesmo com força de alimentação máxima.

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Quais fontes de alimentação são recomendadas para o MTR-DCI?

Durante a ativação e no start-up, o consumo de corrente dos motores CC regulados é várias vezes maior que durante a operação normal.
Esses consumidores representam uma sobrecarga temporária para a unidade de alimentação.
A corrente nominal da unidade de alimentação deve ser no mínimo igual à corrente de pico do motor. Para levar em consideração as tolerâncias do motor, deve-se prever uma reserva de energia de 20 a 50%.
Os limites mínimos de corrente exatos podem ser encontrados na tabela a seguir para selecionar a fonte de alimentação com curva característica U/I.

Tipo de motor/tensão Corrente nominal do motor [A] Corrente de pico do motor [A] Corrente nominal da fonte de alimentação [A]
MTR-DCI-32/24V 0,73 2,1 de 3
MTR-DCI-42/24V 2 3,8 de 6
MTR-DCI-52/24V 5 7,7 de 10
MTR-DCI-62/48V 6,19 20 de 15

 

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Qual a precisão de repetição dos eixos eletromecânicos de fuso e de correia dentada?

Eixo eletromecânico de correia dentada:
DGE-...-ZR +-0,008 mm até +- 0,1 mm
DGEA +- 0,05 mm

Eixo eletromecânico de fuso:
DGE-...-SP +-0,02 mm

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Qual a diferença entre os dois tipos a seguir: DGEL-...-ZR-KF e DGE-...-ZR?

DGEL-25-...-KF é uma designação antiga e descreve o eixo eletromecânico de correia dentada com uma guia de esferas recirculantes (L sifnigica Laufwagen – carro em alemão).
DGE-...-ZR descreve o sistema modular de um eixo eletromecânico de correia dentada no qual é possível selecionar uma guia de esferas recirculantes (KF).
Os dois eixos têm construções idênticas.

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Posso utilizar os sensores SME/SMT com os eixos elétricos DGE?

Ímãs permanentes são integrados no eixos eletromecânicos DGE-ZR e DGE-SP. Isso significa que é possível utilizar os sensores magnéticos SMT/SME. Eles podem ser inseridos na ranhura do perfil do atuador.

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O que devo levar em consideração ao utilizar os sensores de proximidade SME/SMT em eixos elétricos?

Os sensores de proximidade SME/SMT possuem um curso limitado e, portanto, não podem ser instalados diretamente na posição final mecânica. É por isso que existe uma área entre o sensor e a posição final mecânica que não é monitorada.  

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Posso utilizar sensores de proximidade SME/SMT no eixo elétrico DGEA?

O eixo elétrico DGEA e o eixo eletromecânico de correia dentada com rolamento interno DGE-ZR-RF não possuem ímãs permanentes. Sendo assim, os sensores de proximidade SMT/SME não podem ser usados.

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O sinal de saída do sistema de medição de um atuador DNCI-... pode ser lido diretamente em um CLP?

Não, o sinal de medição corresponde a um sinal bruto sin/cos na faixa dos millivolt.
A Festo oferece um transdutor de valor medido que converte o sinal de saída do sistema de mediçao em um sinal de 0-10 V ou 4-20 mA.

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Quais sensores são recomendados para os eixos elétricos?

Para usar nos eixos elétricos, recomendamos os sensores indutivos SIEN-....
O material de fixação adequado (suporte para sensor HWS) e elementos de comutação (SF) estão disponíveis para cada eixo. Esses componentes evitam a área indefinida entre o ponto de referência, o ponto da posição final e a posição final mecânica.

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É possível obter uma proteção adicional para utilizar os eixos DGE em ambientes agressivos?

O eixo eletromecânico de correia dentada com guia de esferas recirculantes DGE-ZR-KF, o eixo eletromecânico com guia de esferas recirculantes DGE-SP-KF e o atuador elétrico DMES estão disponível em uma versão com proteção contra pó (versão GA) nos tamanhos 25 e 40.

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Por que a constante de alimentação do eixo eletromecânico de correia dentada é tão imprecisa quando comparada com a do fuso?

A constante de alimentação é o deslocamento axial do eixo para exatamente uma rotação da coroa. Nenhuma tolerância é especificada para a constante de alimentação. Os fatores que influenciam são o ajuste da pré-tensão da correia dentada e as tolerâncias de produção da correia dentada e da coroa. Portanto, a constante exata de alimentaçã deve ser determinada separadamente para cada eixo.

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Quando é preciso utilizar um sensor de referência com um eixo elétrico?

Os eixos elétricos da Festo utilizam exclusivamente sensores de deslocamento incrementais.
Esses sensores podem detectar mudanças de posição e produzir saídas como uma sequência de pulsos. Para determinar um ponto de referência para a medição de posição absoluta, é necessário executar um homing depois do start-up. O ponto de referência para essa operação homing pode ser um sensor de referência separado, um sensor de fim de curso ou até mesmo um batente mecânico.

No controlador de motor para servomotor SEC-AC, um dos dois sensores de fim de curso normalmente utilizados por razões de segurança é usado para fazer o referenciamento por default. No entanto, também é possível utilizar um sensor de referência separado ou fazer a referência até o batente.

O acionamento de um motor de passo SPC200-SMX junto com o controlador de motor de passo SEC-ST exige um sensor de referência separado. Não é possível utilizar sensores de fim de curso, pois é preciso usar contatos NC (normalmente fechados), enquanto o sensor de referência é ajustado para NA (normalmente aberto). O referenciamento para o batente não é possível, uma vez que o motor de passo não contém um sistema de medição. O sistema de controle não consegue detectar a parada.

Com a miniguia SLT-E e o atuador linear HME, é possível utilizar tanto o referenciamento com sensor de referência como o referenciamento com batente. Para obter boa precisão, deve-se remover do batente final o respectivo buffer de borracha. Recomendamos o uso de um sensor de referência que já seja equipado no HME.

O motor inteligente MTR-DCI é um caso especial. Nele a posição é salva quanto a unidade é desconectada. Se você puder garantir que o atuador não se movimenta enquanto estiver sendo desconectado, não há necessidade de fazer um homing. Quando combinado com o eixo de posicionamento DMES, é possível fazer o referenciamento até o batente final ou batente mecânico em vez de utilizar o sensor de referência.

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Qual a diferença entre precisão de posicionamento e precisão de repetição (repetibilidade)?

A precisão de repetição define o desvio com o qual um valor de posição foi atingido várias vezes (sob condições idênticas).
A precisão de posicionamento é o desvio entre as posições alcançadas e a definida, normalmente aplicável na escala do comprimento. É influenciado pela precisão do sistema de medição utilizado, o desvio de posição residual do controlador, error na constante de avanço (p.ex. passo do fuso) e temperatura.

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Quais são as principais vantagens dos eixos elétricos quando comparados aos atuadores pneumáticos?

Os eixos elétricos oferecem excelente flexibilidade em comparação com os atuadores pneumáticos tradicionais, pois podem ser posicionados livremente. Portanto, são mais comparáveis com os atuadores servopneumáticos.
As vantagens dos eixos elétricos em relação aos servopneumáticos são:

  • Maior precisão, sobretuduo para atuadores de fuso
  • Com atuadores de correia dentada os cursos podem ser mais longos
  • Forças maiores com atuadores de fuso
  • Resposta extremamente dinâmica
  • Baixa geração de ruído

 

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Qual a diferença entre os eixos eletromecânicos DGE-SP e DGE-ZR?

DGE-SP:

  • Atuador linear com fuso de esferas
  • Grande repetibilidade
  • Grandes forças de alimentação (ocorrência de picos de força)
  • Grande resistência mecânica a forças externas
  • Velocidade alta constante 


DGE-ZR:

  • Atuador linear com correia dentada
  • Velocidade e aceleração altas
  • Comprimentos de curso longos

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Qual a resolução de um resolver?

O sinal do resolver consiste de tensões analógicas sinusóides. A resolução é determinada no regulador conectado.
Essa tensão é de 16 bits para o SEC-AC.
A saída do encoder em X11 (p.ex. para um escravo) avança com 1,024 passos por revolução.

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Por que a velocidade do eixo eletromecânico DGE-SP é reduzida?

Como em todos eixos giratórios, a velocidade crítica de flexão é o critério crucial para a restrição do comprimento do eixo eletromecânico de fuso com esferas DGE-SP. Com fusos muito longos sujeitos a grandes forças axiais, a carga de flambagem também pode ser crítica em alguns casos.
A velocidade crítica de flexão é a velocidade na qual o eixo executa a oscilação inicial. As amplitudes da oscilação são muito grandes próximo da frequência de ressonante, a qual causa danos ao fuso com esferas. Isso resulta em um ruído de vibração "inconveniente". Com uma velocidade reduzida, também é possível atingir curtos mais longos.

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